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Cláudio Humberto 
Alagoano de Maceió, Cláudio Humberto Rosa e Silva, fez tudo em jornal: foi repórter, chefe de redação, editor-chefe e, claro, colunista.
Dos quase trinta anos de trabalho, dedicou quatro a assessorias de imprensa, dois deles na Presidência da República, entre 1990 e 1992. Publicou "Mil Dias de Solidão" (1993), sobre o período em que foi porta-voz, e "Poder Sem pudor" (2001), de histórias do folclore político brasileiro.
Quem está longe da Esplanada dos Ministérios não tem a idéia do poder de fogo da coluna de notícias do jornalista Cláudio Humberto. Políticos, empresários, lobistas estão em sua mira. Ele denuncia negociatas, adultérios, reuniões secretas dando nome e sobrenome dos personagens.
O jornalista foi o pioneiro na denúncia da máfia dos bingos. Seu compromisso é com a notícia, mostrando para sociedade a outra face dessas pessoas. Para Cláudio, o jornalismo é frontalidade, enfrentamento, por isso prefere atuar de forma mais clara, aberta. Possui uma coluna diária no jornal O Sul, tornando-se leitura essencial dos políticos e serve de inspiração para grandes reportagens.
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